terça-feira, 12 de outubro de 2010

Brasil sem aborto!!!




Pr. Paschoal Piragina Jr
Presidente da Primeira Igreja Batista de Curitiba

Dilma quer legalizar o aborto:

Honre o voto cristão,

não vote em Dilma!


Veja o vídeo e tire suas dúvidas:




Posição de Dilma Rousseff no programa Roda Viva (TV Cultura) em 28/06/2010 :
“O que eu acho é que mulheres têm o direito de fazer [o aborto] na rede pública porque não se pode deixar, e tem de deixar acessível. Mulheres ricas vão à clínica, as pobres usam a agulha de tricô. Eu protesto que alguém seja a favor do aborto.”

“Não é uma questão se eu sou contra ou a favor, é o que eu acho que tem que ser feito. Não acredito que mulher alguma queira abortar. Não acho que ninguém quer arrancar um dente, e ninguém tampouco quer tirar a vida de dentro de si”.

BlogMais: Acho que ficou bem claro que a Dilma Rousseff é a favor do aborto, e que no SUS a paciente possa fazê-lo gratuitamente sempre que desejar.


José Serra fala sobre aborto

A respeito do candidato José Serra eu não encontrei nenhuma entrevista com o candidato falando à respeito, mas ele comentou a respeito no debate da rede católica:




21 de Junho – Em matéria publicada pelo UOL, a respeito do aborto, Serra disse que “não mexeria na atual legislação”, que permite a iniciativa para casos de estupro e de perigo de vida da mãe.

Para Serra, a legalização do aborto prejudicaria programas de prevenção à gravidez indesejada. “Dificultaria o trabalho de prevenção, como no caso da gravidez na adolescência, que é um assunto muito grave. Isso liberaria, vai (ter) gravidez para todo o lado porque (a mulher) vai para o SUS e faz o aborto viraria um processo. O País não está preparado para isso.”

Na mesma entrevista, Serra afirmou que a liberação promoveria uma “carnificina” no País. “Considero o aborto uma coisa terrível. Num país como o nosso, hoje, nas condições atuais, isso liberaria coisas para uma verdadeira carnificina”, afirmou, em sabatina promovida pelo jornal “Folha de S. Paulo” e pelo portal UOL, na capital paulista.

Apesar de parecer muito firme contra o aborto José Serra é, segundo esse site, o Único candidato que já assinou ordens para fazer abortos. Veja: (clique na Imagem para Amplia-la)

BlogMais: De certa forma quando José Serra aprovou o material para fazer os abortos, ele estava cumprindo a lei, porem ficou em contradição quando deixou a perceber no vídeo acima que: “Nem tudo que é legal é moral”, pois a ação dele foi legal, mas para quem é contra o aborto não é moral!


Dom Beni:

Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras




Dom Benedito Beni dos Santos é um dos bispos católicos que assinam o "APELO A TODOS OS BRASILEIROS E BRASILEIRAS" que tem sido amplamente difundido pela sociedade em um ato de protesto contra àqueles que se comprometem com a legalização do aborto a todo custo pela sociedade bras ileira.

Dom Benedito Beni dos Santos
Bispo Diocesano de Lorena
Vice-Presidente do CONSER-SUL 1

http://www.cnbbsul1.org.br/

O aborto é uma discussão ética, moral, legal e esp iritual. Não dá para desassociar nenhum destes aspectos quando se fala nele.

Legalizar o aborto de certa forma está se falando em legalizar o assassinato. Sabemos que esta discussão vai a lém da concepção, pois os defensores militam também pelo direito de interromper a vida. Juridicamente, interromper a vida é crime, prescrito em Lei.

A discussão também se relaciona de quem é o corpo, muitos afirmam que o corpo é propriedade da mulher. Ainda que a criança desenvolva dentro do útero, ela (criança) não é propriedade da mulher. Entramos numa questão ética e moral e de direito.

Quando entramos na questão religiosa o fator ainda é mais agravante e jamais a igreja ou qualquer outra entidade religiosa ou mesmo pessoa que se diz ser espiritual pode aceitar o aborto. Pois aceitar, implica-se em definitivamen te assumir que não tem espiritualidade. Todos aqueles que se dizem acreditar na vida após a morte sabe que a partir da concepção este Ser humano passa a ter uma alma, um Espírito e assim, pertencer ao reino eterno. Ainda que os espirituais saibam que a vida abortada receberá a herança eterna, o crime que se comete contra ela é de uma dimensão proporcional diant e ao plano espiritual.

Este grande crime de dimensão espiritual não recai tanto sobre a mulher que aborta, mas naqueles que a ajudam na tomada da decisão, pois na grande maioria dos abortos eles são incentivados por outros. A mulher, na maioria das vezes toma tais atitudes por desequilibro emocional, pela falta de apoio seja da família com o daquele que a engravida, da sociedade e do Estado. Portanto, de todos que estão envolvidos no aborto a mulher é também uma vitima como a criança abortada na grande maioria dos casos.
Poder-se-ia dizer: “Há muitos abortos clandestinos feitos, os quais ocorrem muitas mortes ou esterilidades de mulheres e a legalização resolveria o problema.” Pois bem, nem tudo que é ilícito se deve legalizar. Daria o exemplo das drogas: H á muitos jovens morrendo de overdose, se destruindo e destruindo a família; portanto se deve legalizar todos os tipos de drogas para que isto não ocorra? Certamente, muitos são contrários a legalização das drogas. Este é um exemplo, poderíamos encontrar vários outros exemplos. Enfim, se algo é ilegal tem uma razão lógica de ser. E em relação ao aborto há muitas razões lógicas de se criminalizá-lo e varias destas estão fundamentadas nas questões éticas, morais, de Direito e a espiritual.
Em suma, há mil maneiras de lidar com a ques tão da gravidez indesejada sem necessidade da sociedade através do Estado legalizar um genocídio como, por exemplo, apoio social, biológico e psicológico à mulher que se engravide de maneira irregular; exigir atitudes dos genitores (no caso os homens) para que assuma a criança, a mu lher durante a gravidez. Enfim, há varias políticas públicas sociais que podem ser implementadas para evitar a gravidez sem necessidade da legalização do aborto.

Pense nisso!!!
Pois é você quem escolhe as pessoas,

que tomaram as decisões por você Lá!

E somos nós que nos responsabilizaremos pelas conseqüências...

Não Seja Você... Um Assassino!!!
Pois estamos avisando!!!

31 de Outubro - Vo
te consciênte!

A Lei de Deus é baseada no Amor e preserva a Vida!

"NÃO MATARÁS*." ( EXO 20, 13 )

Veja também!!!
É muito importante você saber!!!


http://www.votopelavida.com

Aldecir Ferreira Nunes dos Santos
Coordenador geral da Pastoral da Catequese
Paróquia Divino Espírito Santo - Matão/SP
Diocese de São Carlos

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Brasil sem aborto, a Vida depende do seu voto!

Vejamos abaixo o que devemos ver como prioridade e questão de Saúde Pública!!!...

Brasil sem aborto,
a Vida depende do seu voto!


Não podemos nos calar!!! É para você que é Cristão!!!




Pr. Paschoal Piragina Jr
Presidente da Primeira Igreja Batista de Curitiba

Dilma quer legalizar o aborto:

Honre o voto cristão, não vote em Dilma!




Dom Beni:

Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras




Dom Benedito Beni dos Santos é um dos bispos católicos que assinam o "APELO A TODOS OS BRASILEIROS E BRASILEIRAS" que tem sido amplamente difundido pela sociedade em um ato de protesto contra àqueles que se comprometem com a legalização do aborto a todo custo pela sociedade brasileira.

Dom Benedito Beni dos Santos
Bispo Diocesano de Lorena
Vice-Presidente do CONSER-SUL 1

http://www.cnbbsul1.org.br/

O aborto é uma discussão ética, moral, legal e esp iritual. Não dá para desassociar nenhum destes aspectos quando se fala nele.

Legalizar o aborto de certa forma está se falando em legalizar o assassinato. Sabemos que esta discussão vai além da concepção, pois os defensores militam também pelo direito de interromper a vida. Juridicamente, interromper a vida é crime, prescrito em Lei.

A discussão também se relaciona de quem é o corpo, muitos afirmam que o corpo é propriedade da mulher. Ainda que a criança desenvolva dentro do útero, ela (criança) não é propriedade da mulher. Entramos numa questão ética e moral e de direito.

Quando entramos na questão religiosa o fator ainda é mais agravante e jamais a igreja ou qualquer outra entidade religiosa ou mesmo pessoa que se diz ser espiritual pode aceitar o aborto. Pois aceitar, implica-se em definitivamente assumir que não tem espiritualidade. Todos aqueles que se dizem acreditar na vida após a morte sabe que a partir da concepção este Ser humano passa a ter uma alma, um Espírito e assim, pertencer ao reino eterno. Ainda que os espirituais saibam que a vida abortada receberá a herança eterna, o crime que se comete contra ela é de uma dimensão proporcional diant e ao plano espiritual.

Este grande crime de dimensão espiritual não recai tanto sobre a mulher que aborta, mas naqueles que a ajudam na tomada da decisão, pois na grande maioria dos abortos eles são incentivados por outros. A mulher, na maioria das vezes toma tais atitudes por desequilibro emocional, pela falta de apoio seja da família como daquele que a engravida, da sociedade e do Estado. Portanto, de todos que estão envolvidos no aborto a mulher é também uma vitima como a criança abortada na grande maioria dos casos.
Poder-se-ia dizer: “Há muitos abortos clandestinos feitos, os quais ocorrem muitas mortes ou esterilidades de mulheres e a legalização resolveria o problema.” Pois bem, nem tudo que é ilícito se deve legalizar. Daria o exemplo das drogas: H á muitos jovens morrendo de overdose, se destruindo e destruindo a família; portanto se deve legalizar todos os tipos de drogas para que isto não ocorra? Certamente, muitos são contrários a legalização das drogas. Este é um exemplo, poderíamos encontrar vários outros exemplos. Enfim, se algo é ilegal tem uma razão lógica de ser. E em relação ao aborto há muitas razões lógicas de se criminalizá-lo e varias destas estão fundamentadas nas questões éticas, morais, de Direito e a espiritual.
Em suma, há mil maneiras de lidar com a questão da gravidez indesejada sem necessidade da sociedade através do Estado legalizar um genocídio como, por exemplo, apoio social, biológico e psicológico à mulher que se engravide de maneira irregular; exigir atitudes dos genitores (no caso os homens) para que assuma a criança, a mu lher durante a gravidez. Enfim, há varias políticas públicas sociais que podem ser implementadas para evitar a gravidez sem necessidade da legalização do aborto.

Pense nisso!!!
Pois é você quem escolhe as pessoas,
que tomaram as decisões por você Lá!

E somos nós que nos responsabilizaremos pelas conseqüências...

Não Seja Você... Um Assassino...
Pois estamos avisando!!!

03 de Outubro - Vote consciênte!

A Lei de Deus é baseada no Amor e preserva a Vida!

"NÃO MATARÁS*." ( EXO 20, 13 )

Veja também!!!
É muito importante você saber!!!


http://www.votopelavida.com

Aldecir Ferreira Nunes dos Santos
Coordenador geral da Pastoral da Catequese
Paróquia Divino Espírito Santo - Matão/SP
Diocese de São Carlos

sábado, 18 de setembro de 2010

Testemunho de uma abortada - Sobrevivi após ser abortada

A minha mãe biológica estava grávida de sete meses e meio quando decidiu abortar-me. Não sei por que é que ela tomou essa decisão. estávamos em 1977. Ela e o meu Pai biológico tinham 17 anos na altura e não estavam casados.

Ela decidiu abortar numa clínica de Los Angeles e realizou um aborto salino. Uma solução com sal é injetada no ventre materno e o bebé bebe-a, ficando queimado por dentro e por fora. Nesse tipo de aborto o bebê é expelido morto em 24 horas; mas eu sobrevivi.

O Aborcionista não estava de serviço quando eu vim ao mundo porque se isso tivesse acontecido ele tinha-me estrangulado, algo que era considerado perfeitamente legal até 2002. A unica pessoa preocupada comigo foi a enfermeira. Ela chamou uma ambulância e fui transportada para o hospital. Fui colocada numa incubadora. Não se esperava que eu sobrevivesse.

Mas sobrevivi.

Devido a ter estado 18 horas sem oxigênio sendo queimada viva no ventre da minha mãe, fiquei com problemas.

Não me conseguia mover por mim mesma e os médicos afirmavam que eu iria viver num estado vegetativo o resto da vida.

A minha mãe adotiva- Penny – decidiu que, não obstante aquilo que os médicos afirmavam, ela tentaria recuperar-me. Com 3 anos e meio comecei a conseguir andar. Foi quando a filha de Penny me adotou.

Tenho 28 anos e trabalho como música em Nashville, Tennesse. Ainda coxeio e por vezes caio, mas já participei numa maratona e irei participar para o ano numa maratona, em Londres, para jovens deficientes.

A minha mãe adotiva falou-me do meu passado.

Sempre senti que havia algo que faltava contar. Perguntava-lhe muitas vezes por que tinha problemas e ela respondia-me que eu havia nascido prematura. Aos 12 anos perguntei-lhe de novo e ela disse-me o que havia acontecido. Eu respondi que tinha este problema devido a um fato interessante. A minha mãe adotiva disse-me que eu, em vez de ficar amargurada deveria alegrar-me por ter sobrevivido.

Quando eu tinha 17 anos a minha mãe adotiva encontrou-se com a minha mãe biológica e disse-lhe que eu a perdoava. Sou cristã. Acredito que a revolta nos pode consumir a vida. A minha mãe adotiva amou-me tanto que eu não sinto necessidade de me encontrar com a minha mãe biológica.

Não sei muito do que se passou no encontro entre elas. Só sei que a minha mãe biológica não pediu perdão e fez outro aborto depois do meu.

Comecei a falar contra o aborto quando tinha 14 anos e falarei na Câmara dos Comuns. Eu penso que é importante mostrar o que aconteceu comigo, não só para mostrar a verdade do aborto, mas também para mostrar as potencialidades que cada um de nós tem dentro de si.

Não creio que o assassinio seja um direito. Sou completamente contra o aborto, seja em que circunstância for, mesmo em casos de violação. Embora a violação seja um crime horroroso, não deve ser a criança a pagar por esse crime. De fato encontrei-me com pessoas produto de violações e elas estão gratas por estar vivas.

Se o aborto é um direito das mulheres, quais são os meus direitos?

Não existiam protestos feministas contra o fato de os meus direitos estarem a ser violados no dia em que fui queimada viva. Todos os dias agradeço a Deus.

Não me considero um monte de células nem um dos nomes que se costumam dar ao que a mulher carrega no seu ventre.

Hoje um bebê é um bebê quando isso convém. Mas quando não convém, quando não chega no momento certo, é chamado de um monte de células.

Um bebê é chamado de bebê quando um aborto não provocado ocorre aos 2 , 3 ou 4 meses. Um bebê é chamado de monte de células quando um aborto ocorre aos 2, 3 , ou 4 meses. Eu não vejo diferença entre os 2.

Acredito que sou prova viva de que o aborto é o assassinio de um ser humano. A minha Mãe biologica, há 28 anos, estava convencida de que tinha direito de escolher, de que tinha direito a uma escolha que só afetaria a ela. Mas em cada dia da minha vida eu carrego as consequêcias da sua escolha. Embora eu nada tenha contra ela, acho importante as pessoas refletirem antes de tomarem determinadas decisões.

Giana Jessen, sobrevivente de um aborto

Revista “O Pão da Vida”, janeiro de 2008
Comunidade Católica Pantokrator

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O mundo contra o aborto - Estados Unidos


Maioria dos americanos considera aborto “moralmente incorreto”

Segundo uma recente pesquisa dos Cavaleiros de Colombo

Por Nieves San Martín

NEW HAVEN, sexta-feira, 22 de janeiro de 2010 (ZENIT.org).- Às vésperas do 37º aniversário da sentença do Tribunal Supremo dos Estados Unidos no caso Roe versus Wade, que legalizou o aborto em todo o país, uma pesquisa recente mostra que a grande maioria dos americanos acredita que o aborto é moralmente incorreto.

A geração do milênio (os que têm entre 19 e 29 anos) considera o aborto “moralmente incorreto”, inclusive mais (58%) que a geração do boom (os que têm entre 45 e 64 anos), com 51%. O resultado da geração X (entre 30 e 44 anos) é similar ao da geração do milênio (60% veem o aborto como “moralmente incorreto”). Mais de 6 de cada 10 da geração dos mais velhos (maiores de 65 anos) pensam a mesma coisa.

Esta recente pesquisa, levada a cabo entre o final de dezembro e o começo de janeiro, é a última de uma série de pesquisas semelhantes organizadas pelos Cavaleiros de Colombo e realizadas pelo Instituto Marista para a Opinião Pública.

Em outubro de 2008 e julho de 2009, a pesquisa fez o acompanhamento de uma tendência crescente à posição pró-vida, confirmada por Gallup e pelo estudo do Centro Pew de meados de 2009.

A pesquisa dos Cavaleiros de Colombo - Maristas está disponível em www.kofc.org / moralcompass.

“Os americanos de todas as idades – e os jovens em número ainda maior que seus pais – veem o aborto como algo moralmente errado – disse o supremo cavaleiro Carl Anderson. Os Estados Unidos deram um giro e estão abraçando a vida e, ao fazê-lo, estão abraçando um futuro do qual eles – e todos nós – poderemos estar orgulhosos.”

E acrescentou: “Os avanços na tecnologia mostram claramente – e cada vez mais claramente – que uma criança não-nascida é totalmente um ser humano. Isso, e o grande número de americanos que conhecem uma das muitas pessoas que foram negativamente afetadas pelo aborto, são certamente duas das razões pelas quais os americanos estão cada vez mais incomodados com o legado de aborto de Roe v. Wade, e com o aborto em geral. A maioria dos americanos entende que o aborto tem consequências e que estas não são boas”.

A questão do aborto faz parte de uma pesquisa mais ampla que será divulgada nos próximos dias.

Este informe apresenta os resultados de uma pesquisa feita com 2.243 americanos – incluindo uma amostra suplementar de 1.006 da geração do milênio. Os resultados para os americanos têm uma margem de erro de +/-2% e, para a geração do milênio, +/-3%.

Os dados foram recolhidos de 23 de dezembro de 2009 a 4 de janeiro de 2010, usando um painel online baseado em probabilidades de Knowledge Networks, Inc.

O mundo contra o aborto - México


México: estreia da peça de teatro “Vida por Amor”

Sobre Bernard Nathanson e Norma Mccorvey, abortistas arrependidos

CHIHUAHUA, sexta-feira, 4 de junho de 2010 (ZENIT.org).- A peça de teatro "Vida por Amor", produzida e dirigida por Laura Zapata, foi estreada no Teatro da Cidade de Chihuauha, México. A obra está baseada na vida de Bernard Nathanson e Norma McCorvey, abortista arrependidos transformados em defensores da vida.Os primeiros atores de "Vida por Amor" são Laura Zapata, Manuel Ojeda e Marco Uriel.

A obra está baseada na vida de Bernard Nathanson, o maior abortista dos Estados Unidos, que praticou pessoalmente cinco mil abortos, incluído o de seu próprio filho, e supervisionou a realização de outros 70 mil.

Norma McCorvey, escondida sob o pseudônimo de "Jane Roe" demandou o direito ao aborto que originou o caso Roe vs Wade em 1973. O Tribunal Supremo dos Estados Unidos, com sete votos a favor e dois contra, descriminalizou o aborto. Mas a parte irônica é que esta sentença foi emitida sobre uma mentira, pois na realidade Norma estava grávida de 8 meses então não foi possível abortar. Este filho, como os dois anteriores, foi dado para adoção.

Antes da apresentação, Laura Zapata ofereceu uma coletiva de imprensa na qual disse: "É um tema que causa controversa e estou segura de que os jovens que verem a obra não vão pensar sequer na possibilidade de um aborto".

Garantiu que os defensores do aborto se defendem de três formas: sob as bandeiras de que deve ser permitido em caso de violação, de má formações genéricas e de que um feto não é humano aos três meses.

"Eu me pergunto, aos três meses o que somos?, um pedaço de chiclete?, um sapato?, e sobre as má formações, por acaso há alguém perfeito?, todos somos imperfeitos, vale mais a graça da imperfeição que a perfeição sem graça; e sobre a bandeira da violação lhes digo, não se pode tapar um crime como o da violação com outro crime igual ou mais horroroso como o aborto", explicou a atriz.

Manifestou finalmente que o propósito da obra é não permitir que continue se votando no México a favor da descriminalização do aborto, que a sociedade se reconcilie com os valores e a vida e além de tudo levantar a voz por aqueles que não tem voz "algo que deveríamos fazer todos os que povoam esse planeta".

O mundo contra o aborto - Polônia


Polônia: Bento XVI saúda

“Marcha da Vida” de Szczecin

Apoiar as famílias que esperam crianças

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 26 de abril de 2010 (ZENIT.org).- Bento XVI saudou os organizadores e participantes da "Marcha da Vida" de Szczecin, na Polônia, após a oração do Regina Caeli de ontem, na Praça de São Pedro.

O Papa cumprimentou os poloneses em sua língua e declarou que se une "espiritualmente a esta iniciativa".

O Pontífice deseja que esta suscite nos poloneses não somente sua "solicitude pela vida nascente", mas também seu "apoio às famílias que esperam filhos".

Depois, Bento XVI lhes pediu que rezassem pelos "que são chamados ao sacerdócio e à vida consagrada".

O mundo contra o aborto - Reino Unido


Reino Unido: polêmica por anúncios publicitários que instigam a abortar

Começaram a ser transmitidos na segunda-feira

LONDRES, sexta-feira, 28 de maio de 2010 (ZENIT.org). "O aborto não é um serviço de consumo", disseram em um comunicado de imprensa os bispos da Inglaterra e Gales, devido à realização do primeiro anúncio de propaganda sobre aborto transmitido nestes países. Este anúncio é promovido pela organização feminista Marie Stopes International.

O comercial começou a ser transmitido na segunda-feira passada. Uma voz em off faz a pergunta: "Está atrasada?", recorrendo à demora do período menstrual.

A propaganda não menciona a palavra aborto. Não obstante, mostra uma adolescente em um ponto de ônibus, uma mãe com duas crianças caminhando e uma jovem em um café olhando para a rua.

"Se atrasar, você pode estar grávida. Se está grávida e não está segura do que fazer, Marie Stopes International pode ajudá-la", sugere o comercial.

Para os bispos de Reino Unido, para este tipo de procedimentos "não deveria ser permitida a publicidade nos meios de comunicação.

Os prelados disseram que esta publicidade: "deterioram o respeito à vida" e os qualificaram como "enganosos e muito prejudiciais para as mulheres, que podem ser persuadidas a tomar uma decisão precipitada e que logo poderão se arrepender".

Uma publicidade para a qual, de acordo com os bispos, "não interessa a saúde ou o bem-estar psicológico da mulher".

Também aproveitaram os prelados para convidar as mulheres que estão em dificuldade para que procurem organizações que ofereçam informação confidencial e ajuda prática, e que encorajem e sustentem as mulheres de forma que optem de um modo informado, buscando sempre o seu bem-estar psíquico e físico".

Dentro dessas entidades, os bispos destacaram o trabalho da organização britânica pró-vida chamada Life, que busca oferecer apoio às mulheres grávidas, oferecer tratamentos de fertilidade que não comprometam a vida de outros embriões e cuidar de todos os custos da vida do nascituro.

Michaela Aston, porta-voz desta organização, manifestou em declarações à imprensa que este comercial "criará muita ofensa e angústia".

"Estamos muito preocupados porque o anúncio está dirigido especificamente a mulheres grávidas e, embora pareça inofensivo, acredito que muitas mulheres em gravidez de risco não darão conta de que, ao chamar esta linha esperando ajuda, falarão com elas de aborto", assinalou.

"Não posso acreditar que as autoridades permitam a transmissão deste comercial enquanto uma recente consulta revelou que o público em geral se opõe à propaganda de serviços de abortos", concluiu a porta-voz do grupo Life.